Category: Eventos

  • COLÓQUIO INTERNACIONAL- Jovens adultos e crime: as (des)articulações entre a Sociedade, a Lei e a Justiça penal

    Apresentação

    Os trabalhos do colóquio estruturam-se em 4 sessões: a) jovens imputáveis: o presente e os desafios ao direito e à justiça penal em língua Portuguesa; b) jovens imputáveis, o crime e os seus contextos; c) jovens imputáveis, a lei e a justiça penal: apresentação preliminar de resultados; d) mesa redonda de debate dos resultados e recomendações.

    Com formato presencial e online, a entrada é livre. No entanto, para quem desejar participar remotamente, é obrigatório inscrever-se [AQUI]

    O projeto Youthresponse é financiado pela FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia através de fundos nacionais. Referência: PTDC/DIR-DCP/29163/2017

    Programa

    9h30 –  Sessão de abertura | Coordenador do projecto; Diretor da FEUC e Diretor do CES
    10h – Sessão 1 Os jovens imputáveis: o presente e os desafios ao direito e à justiça penal em língua Portuguesa
    Moderadora: Patrícia Branco

    Oradoras:  Ana Rita Alfaiate – FDUC e Maria João Leote de Carvalho – CICS/Nova

    11h00 – coffee break

    11h15– Sessão 2 | Os jovens imputáveis: o presente e os desafios ao direito e à justiça penal em língua Portuguesa
    Moderadora: Patrícia Branco
    Oradoras: Elisa Samuel Boerekamp – CFJJ Moçambique e Jacqueline Sinhoretto – UFSCAR Brasil
    Debate

    13h00 – Almoço

    14h30 – Sessão 3 Os jovens adultos, o crime e os seus contextos
    Moderação: Luena Marinho

    Oradoras:
    1) Paula Guerra – FLUP
    2) Sílvia Gomes – Nottingham Trent University, e Vera Duarte – ISMAI
    3) Filipe Santos – CES

    Debate

    15h45 – coffee break

    16h00 – João Pedroso (CES/FEUC) – Apresentação dos resultados YOUTHRESPONSE – Jovens adultos imputáveis: direito penal e a resposta judicial

    16h30 – Mesa Redonda: A palavra às e aos profissionais da Justiça Penal

    a) Vânia Magalhães – Juiz de Direito e Secretária Regional Centro da ASJP (ASJP)
    b) Carla Pragosa – Adjunta para a Área do Tratamento Prisional no E.P. Especial Leiria Jovens (DGRSP)
    c) Representante do SMMP
    d) Representante da CD da O.A de Coimbra

    Debate

    17h 30 – Encerramento

  • VIII Seminário Internacional do Ineac

    De 07 a 18 de junho ocorrerá o VIII Seminário Internacional do Ineac, com mesas redondas, rodas de conversa e grupos de trabalho. É necessária a inscrição para acompanhar as atividades. Estaremos lá apresentando nossos trabalhos e refletindo sobre os rumos da segurança pública, justiça criminal, encarceramento e os desafios do momento presente.

  • Matar muito e prender mal

    Autora: Maria Carolina Schlittler
    O livro analisou o impacto das desigualdades de tratamento no policiamento ostensivo em São Paulo sobre juventude negra. Com base em dados quantitativos, entrevistas com policiais e ativistas de movimentos sociais, analisa a atuação policial e as políticas públicas de segurança, demonstrando a persistência do racismo institucional. A autora é pesquisadora do GEVAC e doutora em Sociologia pelo PPGS UFSCar. Foi publicado com o apoio do INCT-InEAC.

    O livro pode ser adquirido no site da editora Autografia

  • Quarta Sociológica

    Em 11 de novembro acontece a Quarta Sociológica com a Profa Jacqueline Sinhoretto, transmitida pelo Canal Youtube do PPGS UFSCar, às 10 horas. O título da palestra é “Filtragem racial e militarização da segurança: o corpo às tecnologias de controle”

  • Seminário Policiamento ostensivo e relações raciais

    Nos dias 21 e 22 de outubro será realizado o seminário Policiamento Ostensivo e relações raciais para divulgar os resultados da pesquisa feita em SP, MG, RS e DF sobre o modelo de policiamento ostensivo e seus impactos na produção da desigualdade racial na segurança pública. Foram analisados dados quantitativos de prisões em flagrante e letalidade policial por cor/raça. Foram feitas entrevistas em profundidade com policiais militares sobre o tema polícia e racismo, permitindo conhecer o que policiais brancos e negros, oficiais e praças, pensam sobre o tema. O seminário contará com a exposição de pesquisadores e o comentário de policiais sobre os resultados encontrados.

     

    Coordenação geral: Jacqueline Sinhoretto (GEVAC-UFSCar/InEAC)

    Comissão organizadora: Luiza Dutra, Laura Lima, Henrique Macedo, André Cedro

     

    MESA I – POLICIAMENTO OSTENSIVO E FILTRAGEM RACIAL (21/10, 16h)

    Eduardo Batitucci

    Henrique Macedo

    Gilvan Gomes da Silva

    Juliana Leme

    Mediação: Jacqueline Sinhoretto

     

    MESA II – POLICIAIS E DESIGUALDADES RACIAIS (22/10, 16h)

    Haydée Caruso

    Felipe Zilli

    Luiza Dutra

    Major Albuquerque (BM-RS)

    Mediação: Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo

     

    O seminário será transmitido pelo Canal do Youtube do InEAC e pelo Facebook do GEVAC UFSCar

  • Polícia Pra Quê? Protestos antirracistas e o fim do monopólio policial

    Webmesa com Jacquelines Muniz e Sinhoretto, mediada por Marlene Spaniol, dia 21 de julho de 2020, às 17h50, no canal Youtube do INCT-InEAC

    https://www.youtube.com/channel/UCd_ftuMjKeqkN0q7yqV2TSg

  • Lançamento da plataforma Justa

    A Pataforma Justa será lançada em 04/11, às 17 horas.

    Local: Casa de Francisca – Rua Quintino Bocaiúva, 22 – Sé, São Paulo

    Para saber mais: https://www.facebook.com/events/459055558197751/

     

  • Pesquisa do GEVAC será apresentada no evento da LASA em Boston

    A pesquisa será apresentada na mesa redonda “Desafios de reforma de segurança publica e prevenção de violência no Brasil”, junto ao eixo Law, Rights, and Citizenship no evento da LASA2019 que ocorrerá na cidade de Boston, EUA, em 24 de maio.

  • Lançamento do livro “Controle do Crime e Seus Operadores” de Giane Silvestre

    Quinta-feira, 25 de abril de 2019 de 19:00 a 22:00

    Tapera Taperá – Av. São Luis, 187, 2º andar, loja 29 – Galeria Metropole, São Paulo – SP

     

    O livro “Controle do Crime e Seus Operadores”, de Giane Silvestre é o resultado da tese de doutorado defendida no PPGS-UFSCar, sobre pesquisa desenvolvida no GEVAC.

    Haverá debate com a autora e os professores Sérgio Adorno (USP) e Jacqueline Sinhoretto (UFSCar).

    Sobre o livro:
    “O livro de Giane Silvestre tem por objeto o controle do crime no Estado de São Paulo após a chegada e domínio do Primeiro Comando da Capital – PCC nas prisões. Está baseado em rigorosa e cuidadosa investigação que se valeu de fontes documentais diversas como legislação e dotações orçamentárias, estatísticas oficiais de crimes e de população prisional, entrevistas com policiais, civis e militares, delegados, promotores inclusive aqueles com atuação no âmbito do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público, além de juízes. Combinando diferentes técnicas e metodologias de análise e interpretação sociológicas, inclusive o recurso a estudo de caso, a pesquisa logrou colocar em evidência as preferências e escolhas tomadas pelos gestores da segurança pública, responsáveis pelo fracasso das políticas de controle legal dos crimes neste Estado.”
    Do prefácio de Sérgio Adorno

     

  • Seminário Violência e Administração de Conflitos

    20 a 22 de Agosto – UFSCar, campus São Carlos
    O seminário Violência e Administração de Conflitos propõe exercitar o debate e a produção acadêmica nos temas da violência, segurança pública, administração institucional de conflitos, justiça, punição, buscando interpretar as desigualdades existentes nas práticas sociais nesse campo, em especial as desigualdades raciais. Pesquisadores importantes para a área estão convidados para compor as conferências e mesas redondas. Para os grupos de trabalhos esperamos receber um número significativo de pesquisadores para elevar a qualidade do debate. Contamos com sua presença! Inscreva-se.

     

    Todas as informações necessárias para a inscrição, participação, datas e programações do seminário podem ser encontradas em https://www.doity.com.br/seminario-internacional-gevac
    Em 2019 o GEVAC UFSCar completa 10 anos de atividades. É também um ano de muitos desafios para a área de pesquisa sobre violência, justiça criminal e prisões dadas as mudanças de orientação nas políticas públicas em nível federal e também nos estados. Propostas de radicalização do uso da violência institucional, desprestígio das políticas de prevenção à violência e justiças alternativas, uma composição legislativa afeita a propostas de cunho punitivista, propostas de alterações penais, crescente militarização da segurança pública e de políticas educacionais. O seminário se propõe a discutir os desafios atuais da área e a avançar na construção conjunta de interpretações teóricas das transformações do presente. Procurará também produzir um debate metodológico sobre o fechamento de fontes de pesquisa e a animosidade dos novos governos com a produção independente de conhecimento no país. O momento pede a concentração de esforços em metodologias alternativas e em estratégias criativas para driblar as dificuldades de acesso ao campo. Pede mais do que nunca a cooperação e o intercâmbio entre os pesquisadores associados em rede para lidar com as dificuldades colocadas à pesquisa nas instituições de controle do crime e à escassez de financiamento à pesquisa.
    O envio de resumos e textos para os Grupos de Trabalho será exclusivamente através do link: https://www.doity.com.br/seminario-internacional-gevac
    As normas para envio e formatação de resumos para os grupos de trabalho podem ser acessadas aqui: edital seminario 10 anos
    O seminário conta com financiamento de fontes como CNPq, FAPESP, INCT-InEAC e Fundação Perseu Abramo, e o apoio do PPGS-UFSCar e da Proex-UFSCar.

  • O pacote anticrime: impactos na política criminal brasileira

    Jacqueline Sinhoretto (UFSCar – GEVAC) e Sérgio Salomão Shecaira debateram o pacote proposto pelo Ministro da Justiça Sergio Moro, na Mesa de Estudos e Debates do IBCCRIM. O vídeo do evento pode ser assistido em:

    https://www.ibccrim.org.br/tvibccrim_video/930-Mesa-de-Estudos-e-Debates-O-pacote-anticrime-impactos-na-politica-criminal-brasileira.

  • Apresentação da dissertação de mestrado , André Sales S. Cedro”Violência Letal em Luziânia-GO: conflitos interpessoais e reciprocidade da vingança”.

    No dia  14 de julho de 2018 , André Sales S. Cedro , apresentou sua dissertação de mestrado :”Violência Letal em Luziânia-GO: conflitos interpessoais e reciprocidade da vingança”.

    Na dissertação, André descreve e analisa a tragédia da morte violenta da juventude pobre (negra), sem acesso a estudo e trabalho, sem direito a cidade, reproduzindo padrões violentos de sociabilidade.

    O advento das mídias digitais e seu impacto na reprodução dos discursos sobre a violência foi analisado, em uma abordagem original e muito contemporânea.

    Agradecemos aos professores Arthur Trindade, Fabio Sanchez e Maria Moraes pelas contribuições e leituras refinadas do texto.

     

  • Apresentação da tese de Doutorado de Helton : invenção das subjetividades no turismo de favela.

    No dia 29 de agosto de 2018 , Helton Damas , defendeu a tese de doutorado : a invenção das subjetividades no turismo de favela.A banca foi composta por : Márcia Leite, Bianca Freire- Medeiros, Cibele Risek e Isabel Georges.

  • Pesquisadoras da UFSCAR apresentam estudo sobre desigualdade racial e segurança pública

    Levantamento da Universidade Federal de São Carlos foi discutido em encontro com a equipe da SMDHC e com o Comitê Juventude Viva .

     

    A Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC) promoveu na sexta-feira, dia 6, dois encontros para a apresentação da pesquisa ‘Desigualdade racial e segurança pública em São Paulo’, desenvolvida pelo Grupo de Estudos sobre Violência e Administração de Conflitos (GEVAC) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). O primeiro foi voltado à equipe da Secretaria e o segundo, ao Comitê Juventude Viva.

    O trabalho das pesquisadoras Giane Silvestre e Maria Carolina Schittler, coordenado pela professora Jacqueline Sinhoretto, reforça a importância da implementação do Plano Juventude Viva em São Paulo, ao mostrar que homens negros, sobretudo jovens, são as principais vítimas da violência policial no estado de São Paulo.

    Lançado na Cidade no ano passado, o Juventude Viva busca reduzir a vulnerabilidade da juventude negra e de periferia e criar estratégias de prevenção à violência. Iniciativa do governo federal, o Plano tem a sua implementação em São Paulo – presente no Programa de Metas da Prefeitura – coordenada pela SMDHC, por meio da Coordenação de Políticas para Juventude, e pela Secretaria Municipal de Promoção da Igualdade Racial (SMPIR).

    A pesquisa da UFSCAR mostra dados da atividade policial com o viés de cor e raça. Segundo o levantamento, dos 939 casos de ações policiais que acabaram com mortos no estado analisados entre 2009 e 2011, 61% das vítimas eram negras, sobretudo homens jovens.

    “A vigilância policial é operada de modo racializado, privilegia as pessoas negras e as reconhece como suspeitos criminais. E esse olhar de suspeição está presente também no mercado de trabalho, na escola e em vários outros lugares”, disse a professora Jacqueline.

    Outro dado apresentado pelo estudo foi o de que, entre os casos de mortes praticadas por policiais, 94% são concluídos sem apuração ou indiciamento dos responsáveis.

     

     

     

    ACESSE : Veja a pesquisa na íntegra

    ACESSE : Pesquisadoras da UFSCAR apresentam estudo sobre desigualdade racial e segurança pública .

     

     

  • Apresentação da pesquisa “Desigualdade racial e segurança pública”

    Pesquisadores constataram que negros são maioria entre vítimas de mortes cometidas por policias, são mais presos em flagrante e mais visados em abordagens.

    Pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos realizaram uma pesquisa inédita sobre o racismo na ação da Polícia Militar paulista. Os dados obtidos em entrevistas com policiais, observação das abordagens e análise de dados estatísticos mostram que os policiais matam e prendem mais pessoas negras do que brancas. Coordenada pela Profa. Dra. Jacqueline Sinhoretto, do Grupo de Estudos sobre Violência e Administração de Conflitos do Departamento de Sociologia da UFSCar, a pesquisa analisou Inquéritos Policiais que versam sobre mortes cometidas por policias e que são acompanhados pela Ouvidoria da Polícia do Estado de São Paulo e ainda dados obtidos junto à Secretaria de Segurança Pública. Além disso, foram entrevistados oficiais e praças da PM. A pesquisa descobriu que em São Paulo, nos anos de 2010 e 2011, entre as vítimas de mortes cometidas por policiais, 58% são negras, ao passo que na população residente do estado o percentual de negros é de 34%. Para cada grupo de 100 mil habitantes negros, foi morto 1,4, ao passo que, para cada grupo de 100 mil habitantes brancos, foi morto 0,5. Segundo a coordenadora da pesquisa, estes números deixam evidente a ausência de políticas de segurança pública para a população negra, que culmina nas altas taxas de mortalidade por homicídio neste grupo. Além da produção da desigualdade racial na letalidade policial, a pesquisa constatou ainda que a vigilância policial é operada de modo racializado. Em São Paulo, a taxa de flagrantes de negros é mais que o dobro da verificada para brancos. Também segundo Sinhoretto, estes dados expressam que a vigilância policial privilegia as pessoas negras e as reconhece como suspeitos criminais, flagrando em maior intensidade as suas condutas ilegais, ao passo que os brancos gozam de menor vigilância da polícia para suas atividades criminais.

    A pesquisa foi apresentada em um evento da Escola da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, no dia 02 de abril, às 9h30, no Auditório da Rua Boa Vista, 200, na região central da capital.

  • Divulgação da pesquisa : Desigualdade Racial e Segurança Pública em São Paulo.

    Foi divulgada no dia 02 de abril, no auditório da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, a pesquisa Desigualdade Racial e Segurança Pública em São Paulo.

    O evento contou com a participação de autoridades da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, da Polícia Militar do Estado de São Paulo e membros dos associativismo antirracista.

    A pesquisa foi organizada pela Profa. Dra. Jacqueline Sinhoretto, líder do GEVAC e coordenadora do Programa de Pós-graduação em Sociologia da UFSCar.

    A pesquisa teve ainda participação de mestrandxs e doutorandxs, membros do GEVAC.

    Confira abaixo algumas imagens do evento.

     

  • Colóquio Internacional Justiça, Política e Sociedade

    O Colóquio Internacional Justiça, Política e Sociedade é um evento promovido pelo Programa de Pós Graduação em Sociologia da UFSCar.   O evento visa contemplar o debate contemporâneo sobre justiça, crime e política bem como  sobre justiça, democracia e desigualdades, com enfoque especial nas experiências latino-americanas, sem perder de vista outras contribuições internacionais, que caracterizam a circulação de ideias no eixo norte-sul.

    O objetivo do colóquio é contribuir para desfazer fronteiras que dificultam os intercâmbios entre duas temáticas de estudos sobre a justiça: a que lida com o crime, as organizações bastardas e os pobres e aquela que aborda as instituições, a política e as elites. Embora na vida cotidiana essas linhas demarcatórias tenham sido borradas, como ilustra o caso da criminalização da política, nos debates acadêmicos os grupos de trabalho  encontram-se em reuniões específicas promovendo pouca troca entre essas formas de recortar as problemáticas da justiça.

    Acreditamos que o espaço de diálogo proporcionado por esse evento, entre pesquisadores de experiência consolidada nessas temáticas no PPGS – UFSCar e em outras instituições de ensino e pesquisa nacionais e internacionais, com jovens pesquisadores em formação na Linha de Pesquisa e em outros programas de Pós-Graduação possibilitará um amadurecimento profícuo para a compreensão dos achados das investigações, que aprofundam e hibridizam o conhecimento sobre as  mudanças e as persistências no complexo judicial.

    Parceria entre PPGS – UFSCar, GEVAC, Grupo Sociologia das Profissões e Núcleo de Estudos em Direito, Justiça e Sociedade.

    ACESSE OS ANAIS: