Author: Assistente

  • “Confrontos” de ROTA: uma intervenção policial com “resultado morte” no estado de São Paulo

    Autor (a) :MACEDO, Henrique.

    Status : Concluída / Mestrado

    Resumo:

    Esta pesquisa teve como objetivo compreender os discursos sobre a Ronda Ostensivas Tobias de Aguiar (ROTA), enfocando o discurso de policiais e políticos sobre o controle do “crime organizado”. Para tanto, foram analisados ??dois episódios recentes de “Confronto” entre policiais e sujeitos incriminados (Itatiba – SP em maio de 2011 e Várzea Paulista – SP, em setembro de 2012) que terminaram com grande número de “suspeitos” mortos. Tomamos esses dois casos emblemáticos como forma de cortar temporalmente dois períodos distintos, antes da chamada “crise da segurança pública”, aparente normalidade, e o outro período em que ocorreu a chamada “crise”, produzindo aumento da taxa de homicídios em São Paulo. Os documentos foram analisados ??como caso de estudos, mestre ‘ s trabalhos e teses profissionais produzidos por oficiais da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP), Notícias, jornais, assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública e gerentes de fala da Segurança Pública. Como resultado significativo, constatamos que desde 2009, no Estado de São Paulo, houve uma direção das atividades do PMESP em “combate ao crime organizado” que contou com o apoio de outros setores do sistema judiciário e da administração estadual, como o Ministério Público. e secretário da prisão de Administração que forneceu informações ao ROTA, buscando uma abordagem integrada contra o “PCC”. A integração entre as agências foi mantida em relativo sigilo, enquanto os procedimentos adotados na “luta contra o crime organizado” permaneceram obscuros durante todo o processo,

     

     

     

    Acesse : FAZENDO RONDA: missões, práticas e ética policial da ROTA

     

     

     

     

  • Perfil racial en la seguridad pública en Brasil

    Autores: Jacqueline Sinhoretto, Jose Vicente Tavares dos Santos e César Barreira .
    Este artículo divulga las principales conclusiones de una investigación comparativa realizada en cuatro Estados brasileños en seguridad y las cuestiones de raza. El objetivo era investigar la existencia de mecanismos de perfil racial en el desempeño de la policía militar de los Estados de São Paulo, Río de Janeiro, Minas Gerais y Distrito Federal .

    Acesse aqui. 

  • O encarceramento em massa em São Paulo

    Autores: Jacqueline Sinhoretto, Giane Silvestre e Felipe Athayde Lins de Melo

    Resumo: O estudo de quatro casos de linchamento ocorridos em bairros populares de grandes cidades brasileiras (no Estado de São Paulo) permitiu observar conexões entre essas ações populares violentas e o contexto de crescimento da insegurança urbana, no período de intensa urbanização que marcou os anos 1980 no país. Procurou-se situar os linchamentos como formas de resolução de conflitos por meio da violência coletiva, uma alternativa de justiça legitimada por integrantes de redes comunitárias de vizinhança diante da falta de confiança no sistema estatal de segurança e justiça (que implementa políticas discriminatórias e desiguais) e também do esfacelamento das formas tradicionais de justiça privada baseadas na vingança. A ação coletiva violenta é uma forma de contornar a tensão entre a legitimidade e a ilegalidade da vingança privada, ao diluir no coletivo as responsabilidades penal e moral, pesadas demais para serem suportadas por indivíduos. É uma maneira conservadora de equacionar o conflito social por segurança, na qual os cidadãos assumem privadamente tarefas em que o Estado é omisso, sem que consigam, com isso, modificar sua posição de exclusão na elaboração de políticas públicas de segurança.

    Acesse aqui. 

     

     

     

     

  • État, marchés et crime : une étude sur la Commission parlementaire d’enquête sur le narcotrafic au Brésil

    Autora: Jacqueline Sinhoretto
    Este artigo apresenta alguns resultados de uma pesquisa que teve como fonte um relatório, publicado por uma Comissão parlamentar de inquérito sobre o narcotráfico formada no Brasil em 1999. O relatório sintetiza, em mais de mil páginas, os resultados de uma ampla investigação nacional desenvolvida pela Comissão em 18 Estados brasileiros (dos 27 que comporta a federação). Uma das dimensões da pesquisa foi a de identificar o perfil social dos indivíduos envolvidos no tráfico, a partir dos dados levantados pela Comissão. Esses dados põem em cena indivíduos raramente apontados como tendo vínculos com o tráfico de drogas, raramente estigmatizados como « criminosos », raramente associados à figura poluída do traficante. Nesse plano, os negócios do tráfico se desenvolvem à margem dos bairros populares das grandes cidades sobre os quais se focaliza a atenção da mídia e a repressão policial, quando se trata de criminalidade e violência.

    Acesse aqui.

  • Juventude e violência policial no Município de São Paulo

    Autoras: Jacqueline Sinhoretto, Maria Carolina Schlittler e Giane Silvestre
    Neste artigo são analisadas violências que acometem a juventude na cidade de São Paulo, utilizando dados quantitativos produzidos pelas Secretarias Municipais de Saúde, Serviços e Assistência e Desenvolvimento Social. Os dados mostram: a) a significativa tendência de diminuição no número de homicídios na cidade de São Paulo na última década, embora a mesma tendência não seja observada nas mortes decorrentes da ação policial; b) que na aferição do uso da força policial verifica-se desproporcionalidade na ação das polícias na capital paulista; c) o perfil específico das vítimas da letalidade policial e a distribuição espacial dessas mortes na cidade de São Paulo. Focalizam-se os desafios e limites encontrados pelos municípios na proposição de programas de avaliação e redução da violência diante de velhos dilemas da segurança pública, como é o caso da letalidade policial. Conclui-se que a violência policial é um dos principais desafios para a vida segura dos jovens paulistanos.

    Acesse aqui.

  • Reforma da justiça (estudo de caso)

    Autora: Jacqueline Sinhoretto
    Uma etnografia dos serviços de justiça nos Centros de Integração da Cidadania permitiu analisar rituais informais e formais de resolução de conflitos praticados por Polícia Civil, Ministério Público e Judiciário, no âmbito de um programa de integração de serviços. A análise permitiu uma sociologia política da gestão estatal dos conflitos, caracterizada como campo fragmentado e plural em que lógicas de resolução de conflitos e agências disputam o significado da expansão do direito e da justiça à população pobre. A pluralidade de lógicas de resolução de conflitos, de um lado, dá liberdade de opção das partes na defesa de seus interesses, de outro, reproduz desigualdades entre as partes e os operadores jurídicos, minando a eficácia do direito estatal. Rituais do campo jurídico contribuem ainda para hierarquizar corpos circunscritos e corpos vulneráveis.

    Acesse aqui.

  • Linchamentos: insegurança e revolta popular

    Autora:  Jacqueline Sinhoretto

    Resumo: O estudo de quatro casos de linchamento ocorridos em bairros populares de grandes cidades brasileiras (no Estadode São Paulo) permitiu observar conexões entre essas ações populares violentas e o contexto de crescimento dainsegurança urbana, no período de intensa urbanização que marcou os anos 1980 no país. Procurou-se situar oslinchamentos como formas de resolução de conflitos por meio da violência coletiva, uma alternativa de justiçalegitimada por integrantes de redes comunitárias de vizinhança diante da falta de confiança no sistema estatal desegurança e justiça (que implementa políticas discriminatórias e desiguais) e também do esfacelamento das formastradicionais de justiça privada baseadas na vingança. A ação coletiva violenta é uma forma de contornar a tensãoentre a legitimidade e a ilegalidade da vingança privada, ao diluir no coletivo as responsabilidades penal e moral,pesadas demais para serem suportadas por indivíduos. É uma maneira conservadora de equacionar o conflito socialpor segurança, na qual os cidadãos assumem privadamente tarefas em que o Estado é omisso, sem que consigam,com isso, modificar sua posição de exclusão na elaboração de políticas públicas de segurança

    Acesse aqui

     

  • Controle social estatal e organização do crime em São Paulo

    Autor(a) : Jacqueline Sinhoretto

    Resumo :

    Este artigo relata o estudo aprofundado de dois casos de reações estatais a um mecanismo de administração de conflitos mobilizado por agentes de redes criminais em São Paulo – reconhecidas por instituições e agentes estatais como “crime organizado”:o chamado “debate”. Isso permitiu perceber duas estratégias principais para lidar como crime: uma militarizada, utilizando como táticas fundamentais a letalidade policial e a investigação sigilosa e outra baseada na judicialização e no direito penal. E duas estratégias complementares: a informalização da administração estatal de conflitos e a emergência de programas de prevenção à violência e ao crime

     

    ACESSE: Controle social estatal e organização do crime em São Paulo .

  • Desigualdade Racial e Segurança Pública em São Paulo: Letalidade policial e prisões em flagrante .

    A pesquisa “Desigualdade racial e segurança pública em São Paulo: letalidade policial e prisões em
    flagrante” foi desenvolvida pelo Grupo de Estudos sobre Violência e Administração de Conflitos da Universidade
    Federal de São Carlos (GEVAC/UFSCar), coordenado pela Profa. Dra. Jacqueline Sinhoretto, no âmbito do programa de pesquisa “Segurança pública e relações raciais”. Outros estudos sobre a temática vêm sendo
    desenvolvidos neste programa, inclusive em pareceria com outros estados brasileiros*. O objetivo foi investigar a existência de mecanismos de produção da desigualdade racial na atividade policial em São Paulo**. Diante da inexistência de dados disponíveis sobre a atividade policial de abordagem, foram utilizados outros indicadores de monitoramento do tratamento policial nos diferentes grupos da população paulista. Para tanto, foram
    coletados e analisados dados quantitativos sobre a letalidade e prisões em flagrante. Os dados sobre a letalidade policial publicados não permitem a análise pela variável cor/raça dos indivíduos mortos pela ação da polícia. Em busca de reconstruir essas informações a equipe de pesquisa firmou uma parceria com a Ouvidoria da Polícia do Estado de São Paulo para a produção de uma base de dados sobre a letalidade policial com informações sobre o perfil das vítimas e dos policiais envolvidos, incluindo a variável cor/raça das vítimas Em relação às prisões em flagrante, os dados divulgados pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo também não possibilitam informação cor/raça dos presos.
    Na ausência de dados sobre abordagem policial, os números sobre mortos e presos em flagrante são os indicadores
    disponíveis para o monitoramento do tratamento da Polícia Militar aos grupos populacionais. Um dos objetivos específicos do programa de pesquisa sobre segurança pública e relações raciais é a compreensão
    de como se produz a identificação de suspeitos por parte das polícias. A análise dos resultados das abordagens e demais ações policiais sobre os distintos grupos étnico-raciais da população é uma das metodologias utilizadas para responder à pergunta sobre a existência de filtragem racial e mecanismos de discriminação de negros na atividade policial .

     

    ACESSE: Desigualdade Racial e Segurança Pública em São Paulo Letalidade policial e prisões em flagrante

  • Apresentação da pesquisa “Desigualdade racial e segurança pública”

    Pesquisadores constataram que negros são maioria entre vítimas de mortes cometidas por policias, são mais presos em flagrante e mais visados em abordagens.

    Pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos realizaram uma pesquisa inédita sobre o racismo na ação da Polícia Militar paulista. Os dados obtidos em entrevistas com policiais, observação das abordagens e análise de dados estatísticos mostram que os policiais matam e prendem mais pessoas negras do que brancas. Coordenada pela Profa. Dra. Jacqueline Sinhoretto, do Grupo de Estudos sobre Violência e Administração de Conflitos do Departamento de Sociologia da UFSCar, a pesquisa analisou Inquéritos Policiais que versam sobre mortes cometidas por policias e que são acompanhados pela Ouvidoria da Polícia do Estado de São Paulo e ainda dados obtidos junto à Secretaria de Segurança Pública. Além disso, foram entrevistados oficiais e praças da PM. A pesquisa descobriu que em São Paulo, nos anos de 2010 e 2011, entre as vítimas de mortes cometidas por policiais, 58% são negras, ao passo que na população residente do estado o percentual de negros é de 34%. Para cada grupo de 100 mil habitantes negros, foi morto 1,4, ao passo que, para cada grupo de 100 mil habitantes brancos, foi morto 0,5. Segundo a coordenadora da pesquisa, estes números deixam evidente a ausência de políticas de segurança pública para a população negra, que culmina nas altas taxas de mortalidade por homicídio neste grupo. Além da produção da desigualdade racial na letalidade policial, a pesquisa constatou ainda que a vigilância policial é operada de modo racializado. Em São Paulo, a taxa de flagrantes de negros é mais que o dobro da verificada para brancos. Também segundo Sinhoretto, estes dados expressam que a vigilância policial privilegia as pessoas negras e as reconhece como suspeitos criminais, flagrando em maior intensidade as suas condutas ilegais, ao passo que os brancos gozam de menor vigilância da polícia para suas atividades criminais.

    A pesquisa foi apresentada em um evento da Escola da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, no dia 02 de abril, às 9h30, no Auditório da Rua Boa Vista, 200, na região central da capital.

  • Divulgação da pesquisa : Desigualdade Racial e Segurança Pública em São Paulo.

    Foi divulgada no dia 02 de abril, no auditório da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, a pesquisa Desigualdade Racial e Segurança Pública em São Paulo.

    O evento contou com a participação de autoridades da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, da Polícia Militar do Estado de São Paulo e membros dos associativismo antirracista.

    A pesquisa foi organizada pela Profa. Dra. Jacqueline Sinhoretto, líder do GEVAC e coordenadora do Programa de Pós-graduação em Sociologia da UFSCar.

    A pesquisa teve ainda participação de mestrandxs e doutorandxs, membros do GEVAC.

    Confira abaixo algumas imagens do evento.

     

  • Colóquio Internacional Justiça, Política e Sociedade

    O Colóquio Internacional Justiça, Política e Sociedade é um evento promovido pelo Programa de Pós Graduação em Sociologia da UFSCar.   O evento visa contemplar o debate contemporâneo sobre justiça, crime e política bem como  sobre justiça, democracia e desigualdades, com enfoque especial nas experiências latino-americanas, sem perder de vista outras contribuições internacionais, que caracterizam a circulação de ideias no eixo norte-sul.

    O objetivo do colóquio é contribuir para desfazer fronteiras que dificultam os intercâmbios entre duas temáticas de estudos sobre a justiça: a que lida com o crime, as organizações bastardas e os pobres e aquela que aborda as instituições, a política e as elites. Embora na vida cotidiana essas linhas demarcatórias tenham sido borradas, como ilustra o caso da criminalização da política, nos debates acadêmicos os grupos de trabalho  encontram-se em reuniões específicas promovendo pouca troca entre essas formas de recortar as problemáticas da justiça.

    Acreditamos que o espaço de diálogo proporcionado por esse evento, entre pesquisadores de experiência consolidada nessas temáticas no PPGS – UFSCar e em outras instituições de ensino e pesquisa nacionais e internacionais, com jovens pesquisadores em formação na Linha de Pesquisa e em outros programas de Pós-Graduação possibilitará um amadurecimento profícuo para a compreensão dos achados das investigações, que aprofundam e hibridizam o conhecimento sobre as  mudanças e as persistências no complexo judicial.

    Parceria entre PPGS – UFSCar, GEVAC, Grupo Sociologia das Profissões e Núcleo de Estudos em Direito, Justiça e Sociedade.

    ACESSE OS ANAIS:

     

  • Justiça restaurativa e mediação: relatório de pesquisa

    “Justiça Restaurativa e Mediação: experiências inovadoras de administração institucional de conflitos em São Paulo”, realizado por Jacqueline Sinhoretto, Juliana Tonche e Áudria Ozores em 2012. É parte de uma pesquisa que fizemos junto ao INCT–InEAC com financiamento do Ministério da Justiça / Secretaria da Reforma do Judiciário.

    O objetivo foi analisar a institucionalização e o funcionamento dos programas de justiça restaurativa e de mediação judicial na justiça paulista a partir das experiências implantadas em comarcas do interior do estado, comparando-as entre si e ao programa estadual de Câmaras de Mediação extrajudicial dos Centros de Integração da Cidadania. Compreender os sentidos atribuídos aos programas pelos diversos atores envolvidos em sua implementação e pelos usuários que procuram administrar seus conflitos pelos métodos inovadores. Conhecer a estrutura de funcionamento dos programas e os métodos de seleção dos casos a serem encaminhados pelo judiciário aos programas de administração alternativa de conflitos, judiciais e extrajudicial.

     

    ACESSE: Justiça restaurativa e mediação

     

  • Políticas de segurança, justiça e penais

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  • Conflitos, manifestações de violência e transformações sociais

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  • Formas estatais de controle e gestão da violência

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  • Mapa do Encarceramento: os jovens do Brasil

    A pesquisa é resultado de uma consultoria do GEVAC – UFSCar à Secretaria Nacional de Juventude / Secretaria Geral da Presidência da República para analisar os dados do DEPEN (2005-2012) e do SINASE (2011-2012). A análise mostra o crescimento do número de presos no país, com análises por idade, cor/raça e gênero, por Estados. Inclui comparação entre evolução do encarceramento e das taxas de homicídio. Conclui que o crescimento do encarceramento é impulsionado pela prisão de jovens e de negros e que o crescimento do número de presos não está relacionado à redução de homicídios.

    Acesse aqui: Mapa do encarceramento: os jovens do Brasil

     

  • O “empresariamento de si” nas periferias urbanas: o papel dos dispositivos de controle e de mercado na produção da favela turística/RJ.

    Autor: DAMAS, H. L. G.

    Resumo:  O principal objetivo é fazer um estudo sobre regime de subjetividade nas favelas cariocas a partir da análise dos processos que envolvem uma “pacificação” – programa constituído por uma ação destacada política e um conjunto de práticas governamentais e não-governamentais –desses territórios e surgimento de novas formas de mercado, tendo como recorte empírico, uma “favela” turística ”e o o empreendedorismo criativo”. Assim, o estudo busca analisar como interseções de dispositivos que configuram uma “pacificação”, uma forma articulada de enunciação das formas de direção dos outros como formas de autogoverno. A ameaça inicial é a invenção de novas práticas subjetivas, sobretudo, na figura do sujeito-empreendedor, não se refere somente a um indivíduo, mas sim, a uma questão histórica – política que vincula uma série de ações governamentais e não-governamentais de forma conjunta e que perdem um vértice comum, isto é, o “projeto de pacificação”. O conjunto de discursos e práticas que configura o dispositivo de pacificação, ao mesmo tempo em que existe um ideal regulador de normatividade é imposto pela ocupação armada dos territórios da pobreza, desempenhou um papel decisivo na invenção de certos tipos de sujeitos. A metodologia utilizada para obter os objetivos foi concluída na elaboração de uma metodologia qualitativa, obtendo-se dados por meio de pesquisa de campo etnográfica, observação participante e entrevistas semiestruturadas. Assim, foi desenvolvido um estudo que teve como objetivo inicial a Favela Santa Marta, mas que, posteriormente, o “projeto de pacificação”. O conjunto de discursos e práticas que configura o dispositivo de pacificação, ao mesmo tempo em que existe um ideal regulador de normatividade é imposto pela ocupação armada dos territórios da pobreza, desempenhou um papel decisivo na invenção de certos tipos de sujeitos. A metodologia utilizada para obter os objetivos foi concluída na elaboração de uma metodologia qualitativa, obtendo-se dados por meio de pesquisa de campo etnográfica, observação participante e entrevistas semiestruturadas. Assim, foi desenvolvido um estudo que teve como objetivo inicial a Favela Santa Marta, mas que, posteriormente, o “projeto de pacificação”. O conjunto de discursos e práticas que configura o dispositivo de pacificação, ao mesmo tempo em que existe um ideal regulador de normatividade é imposto pela ocupação armada dos territórios da pobreza, desempenhou um papel decisivo na invenção de certos tipos de sujeitos. A metodologia utilizada para obter os objetivos foi concluída na elaboração de uma metodologia qualitativa, obtendo-se dados por meio de pesquisa de campo etnográfica, observação participante e entrevistas semiestruturadas. Assim, foi desenvolvido um estudo que teve como objetivo inicial a Favela Santa Marta, mas que, posteriormente, ao mesmo tempo em que é um regulador ideal de normatividade imposto pela ocupação armada dos “territórios da pobreza”, desempenhou um papel negativo na invenção de certos tipos de sujeitos. A metodologia utilizada para obter os objetivos foi concluída na elaboração de uma metodologia qualitativa, obtendo-se dados por meio de pesquisa de campo etnográfica, observação participante e entrevistas semiestruturadas. Assim, foi desenvolvido um estudo que teve como objetivo inicial a Favela Santa Marta, mas que, posteriormente, ao mesmo tempo em que é um regulador ideal de normatividade imposto pela ocupação armada dos “territórios da pobreza”, desempenhou um papel negativo na invenção de certos tipos de sujeitos. A metodologia utilizada para obter os objetivos foi concluída na elaboração de uma metodologia qualitativa, obtendo-se dados por meio de pesquisa de campo etnográfica, observação participante e entrevistas semiestruturadas. Assim, foi desenvolvido um estudo que teve como objetivo inicial a Favela Santa Marta, mas que, posteriormente, obtendo dados por meio de pesquisa de campo etnográfica, observação participante e entrevistas semiestruturadas. Assim, foi desenvolvido um estudo que teve como objetivo inicial a Favela Santa Marta, mas que, posteriormente, obtendo dados por meio de pesquisa de campo etnográfica, observação participante e entrevistas semiestruturadas. Assim, foi desenvolvido um estudo que teve como objetivo inicial a Favela Santa Marta, mas que, posteriormente,expandiu-se às comunidades do Complexo do Alemão, Pavão Pavão-Pavãozinho e Morro dos Cabritos / Ladeira dos Tabajaras. Como é que os partidos, é possível que se destacam que a nova geração de seres humanos seja assistida, seja qual for a vontade de ser “assistido” pelo Estado e tenha o seu “lugar ao sol” com o seu próprio esforço, sendo que Os seus objetivos, os investidores em curso acabaram por mobilizar as várias narrativas com intuito de mudar a pobreza e a violência em produtos de consumo turísticos.

    ACESSE:O “empresariamento de si” nas periferias urbanas: o papel dos dispositivos de controle e de mercado na produção da favela turística/RJ

  • Violência e racismo: novas faces de uma afinidade reiterada

    Autor(a): Jacqueline Sinhoretto

    Resumo :

     Nos anos recentes, o viés racial na configuração de mortes violentas no Brasil se evidenciou. Especialmente na população jovem, há o crescimento de homicídios entre negros e a redução entre brancos, o que significa o crescimento da desigualdade na vivência da violência entre os grupos raciais. O monitoramento de letalidade policial por cor/raça aponta maior incidência sobre negros. A população encarcerada cresceu, impulsionada pelo encarceramento de negros. A vitimização diferencial dos jovens negros tem sido o principal tema do movimento de juventude negra, que elabora a denúncia do “genocídio contra a juventude negra”. Além de dados quantitativos, o artigo documenta a apropriação dos dados pelo movimento de juventude negra para a construção da bandeira de luta contra o “genocídio” e analisa as proposições de ação política que respondem ao quadro e às demandas do movimento.

     

     

    ACESSE: Violência e racismo: novas faces de uma afinidade reiterada

  • O impacto socioeconômico das unidades prisionais no interior paulista: o caso de Itirapina

    Autor(a):SILVESTRE, G.

    Resumo :

    Neste trabalho encontra-se uma análise das atuais atividades econômicas do município e sua relação com as unidades penitenciárias nele presentes, bem como uma análise teórica do desenvolvimento das políticas penitenciárias do Estado de São Paulo. Este trabalho conta ainda com uma análise econômica e social elaborada a partir da realização de entrevistas com os comerciantes do município, a fim de evidenciar suas percepções e opiniões em relação à presença das duas unidades prisionais em Itirapina.

    ACESSE: O impacto socioeconômico das unidades prisionais no interior paulista.